De um azul profundo, com brilho próprio, a Turmalina Paraíba foi descoberta na década de 1980 no estado do Nordeste que lhe dá nome. Ela é encontrada em apenas cinco minas ao redor do planeta e três delas são no Brasil, de onde saem os exemplares mais valiosos.  A produção é muito escassa (20 mil quilates por ano, contra 480 milhões dos diamantes), tornando-a cada vez mais cara e cobiçada.

As gemas raras conferem exclusividade às joias e a quem as usa. A Turmalina Paraíba é uma gema que pouca gente conhece, justamente por ser muito rara e difícil de encontrar, tornando-a ainda mais exclusiva e incrível.

 

A pedra recebeu o nome brasileiro porque foi encontrada pela primeira vez no distrito de São José da Batalha, no interior da Paraíba. O país é rico em turmalinas verdes, mas ninguém nunca tinha visto aquela pedra de azul tão intenso que logo foi chamada de azul neon. Em 1989 a gema foi enviada para o Instituto de Gemologia da América, nos Estados Unidos, o maior laboratório de pedras do mundo. E a resposta foi surpreendente: tratava-se de uma nova pedra, nunca antes vista.

O fator determinante para se afirmar que se tratava de uma pedra até então desconhecida foi a sua composição química. A turmalina paraíba contém cobre, que lhe confere o tom de azul intenso e o brilho único. A mesma composição incomum foi registrada nas pedras africanas, enquanto as as outras turmalinas não têm cobre.

Como são muito raras, os joalheiros não costumam partir as pedras, mas sim trabalhar com elas mais ou menos no formato em que aparecem. Isso faz com que seja difícil, por exemplo, fazer brincos, o que requer pedras bastante parecidas. Tornando a peça ainda mais rara e exclusiva!

is_0001_17k_fcb_post_joia_brinco_dream_rev
Brinco com duas Turmalinas Paraíba e diamantes

 

Essa gema é simplesmente incrível e única!

 

 

Fonte: O Globo

Anúncios